Brincadeira levada a sério.... esculturas de areia.

Festival na Inglaterra reúne artistas que farão esculturas de areia tendo como tema o mar.

Esta é a quarta edição do evento, que começou em 2006 Mais Luci Hortop / North Somerset Council / Divulgação

  Esculturas de areia na praia.

 

Fonte: http://entretenimento.uol.com.br/album/bbc/estatuas-de-areia_album.jhtm?abrefoto=2



Escrito por urbanista.uneb às 22h52
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Times Square vira zona exclusiva de pedestres em Nova York - BBC Brasil (25/05/2009 - 15h40)

 

  A famosa e movimentada Times Square de Nova York foi transformada em zona exclusiva para pedestres nesta segunda-feira. Sob ordens do prefeito Michael Bloomberg, o tráfego entre as ruas 42 e 47 e em trechos da Broadway foi fechado ainda na noite de domingo.  A medida tem o objetivo de reduzir a poluição e facilitar o trânsito na metrópole, famosa por seus engarrafamentos. A zona de pedestres prevê espaços para descanso de turistas e faz parte de um plano de renovação de Nova York.

Times Square vira zona de pedestres

 

 

Fonte (matéria): http://viagem.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/05/25/ult4549u386.jhtm

Fonte (foto): www.mccullagh.org



Escrito por urbanista.uneb às 18h24
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Vanjo, meu amigo. Você tinha que ver a gata!!

Arqueologia na beira da praia, modalidade não oficial.

 

  Comecei a trabalhar em 200 com o grande sonho de minha vida, a arqueologia. Foram 4 anos ao todo. Entre idas e vindas, entre projetos concluídos e iniciados. O fato é que nessa caminhada encontrei um grande amigo. Vanderlei. Infelizmente não posso mais contar com a sua presença. Mas não vou ficar aqui lamentando, vou brindar a vida. Ela é o que realmente importa.



Escrito por urbanista.uneb às 18h04
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Existe um Haiti pertinho de você!!

  Infelizmente há quem adora apontar as mazelas alheias como se as mesmas não fizessem parte da vida. Pior, aponte as mazelas como um crime ediondo. Vivemos em uma sociedade da imagem, ela é o bem mais precioso para muitos. Mas em cada cando existe uma injustiça social, sem excessão. Infelizmente muitos não ficam atentos quanto a jogada. Aqui reporto uma cidade espanhola, com um problema típicamente sulamericano, falta de professores e descaso das autoridades competentes. Ou seja, não temos os maiores problemas do mundo, podemos superá-los, vamos superá-los sim!!

 

 



Escrito por urbanista.uneb às 15h32
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Comportamento urbano....No pants Brasil!!

"No Pants" no Brasil.

  "Pessoas sem calças são vistas no metrô de São Paulo, na noite desta quinta-feira (16). A ação faz parte de um movimento apelidado de 'No Pants Day', organizado pela internet, que teve início em Nova York, nos EUA".

Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/090416_album.jhtm?abrefoto=34



Escrito por urbanista.uneb às 12h52
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Praias à serem desbravadas.

Fernando de Noronha, um velho sonho a ser realizado.

 

Caraíva (BA), uma possibilidade.

 Taipú de Fora (BA), segunda possibilidade.

 

 Nunca fui muito fã de mato. A não ser que tenha uma linda praia a ser bem curtida. Praia, praia, praia.... é o que mais gosto nessa vida. Quem me dera ter oportunidade de conhecer a maioria das praias brasileiras. Vale a pena sonhar!!

 

Ilhabela, Praia do Bonete. Sonho realizado. Litoral paradisíaco para se curtir a vida.

 

Fonte: http://viagem.uol.com.br/album/guardian_praias_brasil_09_album.jhtm?abrefoto=5



Escrito por urbanista.uneb às 17h43
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A polêmica continua.....

A polêmica continua....

Direito de ir e vir na cidade. Só isso.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/04023272C8990346.jhtm



Escrito por urbanista.uneb às 21h05
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Muro da vergonha!!

  A idéia de separar o aumento das favelas da chamada classe-média é no mínimo uma insanidade. Vai de contra aos fundamentos do Urbanismo.

 

Rio fará muro em 11 favelas de área nobre

   ITALO NOGUEIRA
  ANDRÉ ZAHAR
  da Folha de S.Paulo, no Rio

  Ao custo de R$ 40 milhões, o governo do Rio vai construir muros no entorno de 11 favelas. O objetivo, segundo o Estado, é conter a expansão das moradias irregulares em áreas de vegetação. Todas as áreas escolhidas, no entanto, cresceram abaixo da média em comparação às demais comunidades. O projeto, inicialmente, será implantado apenas na zona sul, área nobre da cidade.

  Segundo o Instituto Pereira Passos (IPP), órgão municipal, a área ocupada por favelas na capital subiu 6,88% de 1999 para 2008. As favelas escolhidas para o projeto cresceram, somadas, 1,18% no período. No morro Dona Marta, onde o projeto está em andamento, houve redução do terreno ocupado de 0,99%. O levantamento é feito a partir de fotos aéreas e não faz contagem da população.

                                        Rafael Andrade/Folha Imagem
Muro construído no morro Dona Marta; no total, obras custarão R$ 40 milhões
Muro construído no morro Dona Marta; no total, obras custarão R$ 40 milhões

 

  A iniciativa do governador Sérgio Cabral (PMDB) recebeu críticas do escritor português José Saramago.

  "Cá para baixo, na Cidade Maravilhosa, a do samba e do Carnaval, a situação não está melhor. A ideia, agora, é rodear as favelas com um muro de cimento armado de três metros de altura. Tivemos o muro de Berlim, temos os muros da Palestina, agora os do Rio. Entretanto, o crime organizado campeia por toda parte, as cumplicidades verticais e horizontais penetram nos aparelhos de Estado e na sociedade em geral. A corrupção parece imbatível. Que fazer?", questionou o escritor português em seu blog.

  É a mesma opinião de Itamar Silva, coordenador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas. "O muro separa, cria guetos. Vai na contramão da nossa luta de defender que favela faz parte da cidade."

  O Estado afirma que o objetivo da medida é conter a expansão das favelas. Serão mais de 11 mil metros de muros de três metros de altura, ao custo previsto de R$ 40 milhões. As construções de uma creche, um hospital e dois centros de integração e cidadania na Rocinha (com restaurante e usina de reciclagem), por meio do Programa de Aceleração do Crescimento, custarão R$ 32 milhões.

  Duas das favelas beneficiadas pelo PAC serão cercadas: Rocinha e Pavão-Pavãozinho. A primeira, em São Conrado, cresceu em nove anos 1,41%. Já a comunidade de Copacabana foi a que mais ampliou, proporcionalmente, a ocupação na zona sul: 4,76%. Mas, para o IPP, o maior crescimento proporcional foi na zona oeste (11,5%).

  O presidente da Federação das Favelas, Rossino de Castro, afirmou ser contra a medida. Disse que líderes comunitários sentem medo de resistir ao projeto e que, com isso, suas comunidades sejam excluídas de projetos sociais do governo. "Ouvimos duas comunidades, a Babilônia e o Vidigal, que são contra. Mas eles têm receio de que, se não permitirem o muro, não levem os projetos para lá."

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u544553.shtml



Escrito por urbanista.uneb às 13h41
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Revitalização da Liberdade-SP.

Bairro tradicional de orientais, Liberdade, irá sofre uma intervenção urbana.

 

  Projetos de revitalização de bairros tradiconais sempre são polêmicos, nunca agradam a todos os envolvidos.

 

Foto: http://noticias.uol.com.br/album/0903liberdade_album.jhtm?abrefoto=14

Metéria: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/04/05/ult5772u3487.jhtm



Escrito por urbanista.uneb às 20h10
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Lazer é fundamental.

  Infelizmente, o lazer ainda tem sido tratado como objeto de luxo. Ou pior, algumas administraçõs o fazem como caridade, o que é uma tremenda cara-de-pau. Lazer está diretamente ligado ao bem-estar. Isso é retratado em diversos livros acadêmicos, é objeto de estudo. Uma cidade que não prima pelo lazer, não possibilita que os jovens possam ter opções de lazer está fadado a tê-los como "levantadores de copos" de butequim. Não foram as poucas vezes que viajei pelo interior, em diversos estados brasileiros, e tive a chance de ver que beber é um passa-tempo.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/090321Skatistas_album.jhtm?abrefoto=8



Escrito por urbanista.uneb às 16h46
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Favela só tem no Terceiro Mundo?!

Favela: produto da exclusão sócio-econômica do sistema.

  Incrível como durante muitos anos os norte-americanos nos venderem (e nós compramos) a idéia de que a "América" é a terra das oportunidades. O sucesso só dependerá de sua força de vontade de vencer. Mendigo?! Só é mendigo quem quer!!... Pelo menos essa era a idéia de que os enlatado nos faziam crer. Com o tempo chegamos a conclusão que não é bem assim. Há oportunidades sim, para os "verdadeiros norte-americanos", os brancos. Negros, sempre estiveram a margem de todo processo. Os latinos sempre foram marginalizados. Então que oportunidade são essas?! Não sei se existe mesmo. Só sei que muitos brasileiros que aqui se negavam a fazer certos trabalhos, o fazem lá com uma certa alegria pelo simples fato de ganharem em dólar.

  Aos poucos, também estamos vendo, após era-Bush, que atrocidades não exclusivas das sociedades atrasadas, sob ponto de vista dos civilizados do Primeiro Mundo. E que a mídia não é tão independente e imparcial assim. Muito pelo contrário, ela nos mostra que é de fato o "quarto poder". Tem o poder de ocultar fatos e revelar apenas quando é de interesse do poder, dos que mandam  nos editais dos jornais de todo o mundo. É assim que a coisa funciona em qualquer lugar do planete. Se não o fôsse, saberíamos o que estava acontecendo na própria América antes do Michael Moore fazer seu filme. Um outro problema até então jamais sitado é a questão da moradia nos EUA. Será que existia moradia para todos e derrepente a América acordou pobre?! Creio que não. Acredito que esse seja mais um dos problemas infrentados por lá, imigrantes, latinos, negros. E onde estavam os jornalistas comprometidos com a verdade?!  Não sei. Talvez aguardando uma oportunidade mais conveniente para revelar ao mundo essa questão. Jornalismo comprometido com a verdade é antes de mais nada, comprometido com o dono do jornal.

Segue abaixo, o texto do "New York Times", a respeito do problema de surgimento de favelas nos E.U.A..

 

Cidades dos EUA enfrentam um aumento das favelas

Jesse McKinley
Em Fresno, Califórnia
Como gerente de operações de um centro de apoio aos sem-teto daqui, Paul Stack está acostumado a ver pessoas em situação difícil. O que nunca tinha visto antes era pessoas vivendo em tendas e barracos no terreno da estrada de ferro.

"Elas surgiram há cerca de 18 meses", disse Stack. "Um dia estava vazio. No outro, havia pessoas morando lá."

Como uma dezena de outras cidades por todo o país, Fresno está lidando com um déjà vu desagradável: o surgimento de "Hoovervilles" modernas, acampamentos ilegais de pessoas sem-teto que lembram, em pequena escala, as favelas da era da Depressão. Em sua coletiva de imprensa na noite de terça-feira (dia 24), foi perguntado diretamente ao presidente Barack Obama a respeito das favelas e ele respondeu que é "inaceitável crianças e famílias ficarem sem teto em um país tão rico quanto o nosso".

Apesar dos acampamentos e moradores de rua sempre terem feito parte da paisagem de grandes cidades como Los Angeles e Nova York, estas novas cidades de tendas brotaram -ou cresceram a partir de pequenos enclaves de sem-teto à medida que mais pessoas perdiam empregos e seus lares- em lugares tão díspares como Nashville, Tennessee; Olympia, Washington; e Saint Petersburg, Flórida.

Em Seattle, os sem-teto descontentes com o acampamento de 100 pessoas o apelidaram de Nickelsville, uma referência pouca lisonjeira ao prefeito, Greg Nickels. Uma cidade de tendas em Sacramento, Califórnia, levou o governador Arnold Schwarzenegger a anunciar na quarta-feira um plano para transferir todo o acampamento de 125 pessoas para um parque de diversões próximo. Isso ocorreu após uma recente visita do programa "The Oprah Winfrey Show" ter provocado uma enxurrada de notícias, a ponto dos sem-teto se queixarem de exposição excessiva e pedirem para serem deixados em paz.

O problema em Fresno é diferente, já que é tanto crônico quanto longe da atenção nacional. O número de moradores de rua daqui costuma ser alimentado pelos altos e baixos dos empregos sazonais e de subsistência na agricultura, mas agora a recessão ampliou seu número -com o acréscimo de caminhoneiros e eletricistas.

"Estas são pessoas capazes que trabalhavam por um salário mínimo ou mais e que antes eram capazes de arcar com as despesas de moradia com sua renda", disse Michael Stoops, o diretor executivo da Coalizão Nacional dos Sem-Teto, um grupo de defesa com sede em Washington.

O número crescente de pessoas sem-teto em Fresno, uma cidade de 500 mil habitantes, é uma surpresa. As autoridades municipais dizem que há três grandes acampamentos perto do centro e acampamentos menores ao longo de duas estradas. Ao todo, até 2 mil pessoas estão sem-teto aqui, segundo Gregory Barfield, um administrador de política e prevenção de moradores de rua da cidade, que disse que o uso de drogas, prostituição e violência são comuns nos acampamentos. "Tudo isso faz parte da economia underground", disse Barfield. "É o que acontece quando uma pessoa tenta sobreviver."

"Tudo isso faz parte da economia underground", disse Barfield. "É o que acontece quando uma pessoa tenta sobreviver.".

Ele disse que a cidade planeja realizar uma "triagem" nos acampamentos nas próximas semanas, para determinar quantas pessoas precisam de serviços e de uma moradia permanente. "Nós estamos tratando disso como se fosse uma área de desastre", disse Barfield.

O administrador municipal assumiu o cargo recém-criado em janeiro, após o condado e a cidade terem adotado um plano de 10 anos para tratar do problema. Uma ação coletiva impetrada em prol dos moradores de rua contra a cidade e o Departamento de Transporte da Califórnia levou a um acordo de US$ 2,35 milhões em 2008, disponibilizando dinheiro para cerca de 350 moradores que tiveram seus pertences descartados em ações de remoção realizadas pela prefeitura.

O crescimento dos acampamentos levou a cidade a colocar toaletes portáteis e guardas de segurança próximos de um acampamento conhecido como New Jack City, que leva o nome de um filme sombrio e cheio de drogas de 1991. Mas isso apenas atraiu mais moradores sem-teto.

"Foi uma espécie de convite para virem", disse Stack, o gerente do centro de apoio.

Em uma tarde recente, ninguém parecia empolgado por morar em New Jack City, uma coleção imunda de tendas surradas pelo vento e chuva em um terreno cheio de lixo. Vários moradores com aparência cansada estavam sentados em sofás velhos enquanto dois pitbulls acorrentados a uma cerca latiam.

Ao norte de New Jack City fica um acampamento menos sombrio. Ele às vezes é chamado de Taco Flats ou Little Tijuana, devido ao grande número de moradores latinos, muitos deles atraídos para Fresno pela promessa de empregos na agricultura, que desapareceram diante da fraca economia e os três anos de seca.

Guillermo Flores, 32 anos, disse que procurou trabalho nos campos e em restaurantes de fast food, mas não encontrou nada. Nos últimos oito meses, ele tem coletado latas, as vendendo para reciclagem por US$ 5 a US$ 10 por dia, e morando em um barraco com três cômodos construído a mão, um lar do qual se orgulha, com porta, lençóis limpos na cama e uma travessa cheia de maçãs frescas na sua cozinha a gás.

"Eu a construí porque precisava", disse Flores, enquanto preparava um jantar com ovos, cebola e pimenta sobre uma fogueira. "O único problema que tenho são as aranhas."

Dezenas de sem-teto daqui encontraram um abrigo mais organizado no Village of Hope, um conjunto de barracões de 2,5 m x 3 m construídos pelo grupo sem fins lucrativos Poverello House, sob supervisão de Stack. Situado em um ex-ferro-velho atrás de uma cerca, cada unidade contém duas camas portáteis de lona, sacos de dormir e uma luz à energia solar.

Doug Brown, um engenheiro elétrico free-lance, disse que descobriu a Village of Hope enquanto estava desempregado, há dois anos, e que voltou após perder seu emprego em outubro.

Stoops, da coalizão dos sem-teto, previu que a população destas novas favelas poderá crescer à medida que aqueles sem terem onde morar queimarem lentamente suas opções e se juntarem às fileiras dos cronicamente sem-teto, muitos dos quais são indigentes devido ao analfabetismo, alcoolismo, doenças mentais e vício em drogas.

Esta mistura já é evidente em uma caminhada por Taco Flats, onde Sean Langer, 42 anos, que perdeu seu emprego como caminhoneiro em dezembro, mora em seu carro diante de uma barraco que é lar de Barbara Smith, 41 anos, uma viciada em crack.

Esta é uma casa de um quarto", disse Smith, levando orgulhosamente o visitante para conhecer sua casa feita de ripas de madeira descartadas. "Nós temos teto e não tem goteiras."

Durante o dia, a favela parece pacata. Bandeiras americanas tremulam em alguns barracos e tendas e os vizinhos se cumprimentam. Alguns alimentam animais de estimação, enquanto outros fazem fogueiras e conversam.

Daniel Kent, um homem barbeado de 27 anos do Oregon, está morando em Taco Flats há três meses, após ficar sem dinheiro durante uma viagem de carona para a Flórida. Ele conseguiu ganhar US$ 35 por dia segurando uma placa informando o fechamento da Mervyn's até que a loja de departamentos de fato fechou.

Kent planejava ir a uma feira de empregos, mas disse que não se importa de ser um morador sem-teto. "Nós temos veteranos aqui; temos pessoas com coração, orgulhosas de quem são", disse Kent. "Independente das situações que enfrentaram na vida, isso não muda os corações. Há pessoas muito boas aqui."

Mas o risco após o anoitecer é real. Smith, que perdeu um olho após levar um tiro no rosto anos atrás, disse que ela já viu duas pessoas serem mortas em New Jack City, o que fez se mudar para Taco Flats e tentar abandonar as drogas. Seu companheiro, Willie Mac, 53 anos, que se autodescreve como um pastor jovem, disse estar "esperando ela se acertar com o Senhor".

Smith disse que seu sonho é simples: "Sair daqui, sair das ruas, ter nossa própria casa".

Tradução: George El Khouri Andolfato

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/03/27/ult574u9252.jhtm



Escrito por urbanista.uneb às 22h16
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"Urbanismo"?

Projetos de arquitetos para França do século XXI.

 A importância da França e dos trabalhos de muitos urbanista é algo inquestionável. Mas confesso que certas afirmativas me soam como provocação. É como se afirmacem entre linhas que não somos inteligentes o suficiente. Provavelmente devo isso  aos professores inteligente que tive na faculdade, a minha família, aos amigos e o convívio multidisciplinas, principalmente. O traçado urbano, a arquitetura tem sua importância sim. Mas não tem o poder de consertar a vida urbana, como muitos arquitetos acreditam. Nesse particular acredito muito mais nos urbanistas, geógrafos e arquitetos que vêem isso uma questão muito mais sociológica do que uma mera questão de equacionar o problemas.

  Infelizmente trabalhos sérios ficam restritos ao ambiente acadêmico. O que é algo que tem que acabar nas universidades públicas. O que vem a tona são trabalhos no mínimo romântico, pra não usar um termo mais real. Parecem sair de uma realidade vivida apenas por aqueles que não vivem de fato a cidade. Vivida por aqueles que não se deslocam sem seus carros. Por aqueles que desconhecem o que é realmente a vida e que vivem uma realidade em que há rios de leite e mel.  Decididamente, esses perderam contato por completo com o planeta terra.



Escrito por urbanista.uneb às 12h40
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Mais cara-de-pau, impossível!!

 

Schwarzenegger,pensar não é seu forte, convenhamos!! 

  Depois de ouvirmos que o esterco das vacas criadas nos pastos brasileiros tem uma parcela de culpa no processo do aquecimento global, lá vem outra idiotice. Agora são os carros pretos que também tem sua parcela no aquecimentos no estado da Califórnia. Será que os norte-americanos não tem vergonha na cara não?!! Falo os que estão no poder, é claro!! Sempre se falou que a saúde do planeta depende da redução da emissão de certos gases na atmosfera. No entanto, foram eles que sempre se negaram a assinar qualquer tipo de tratado que intervisse em sua produção industrial. O fato mais conhecido foi o "Tratado de Kyoto" e não foi diferente na "Eco-92" no Brasil. E depois disso tudo vem um ex-vice presidente dar uma aula ridícula do que seja poluição, como se nós não conhecêssemos. Cadê a imprenssa?! Com toda certeza se fôsse Lula, a própria imprenssa de nosso país o ridicularizaria dizendo que todo mundo sabe disso e que ele não sabia porque é um "analfabeto". Se fôsse verdade essa afirmação carregada de preconceito, o que dizer de um ex-vice presidente? Ele foi no mínimo conivente com tudo isso. E agora, vem dar essa aulinha de Ecossistema!! Tenha paciência viu!!! Pior de tudo foi que ganhou o prêmio Nobel. Prêmiozinho mais bosta viu. Escolha simplesmente política!!

  Segue abaixo, a matéria original, publicada no site. Reflita!!

 

Fonte: http://carsale.uol.com.br/noticias/ed101not10718.shtml



Escrito por urbanista.uneb às 19h25
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Indêndio em Diadema, São Paulo.

Incêndio em Diadema(SP). Desespero e prejuízo para os moradores.

  Nessa sexta-feira fui surpreendido com a notícia de um incêndio em São Paulo causando desespero para os moradores. Depois de horas de explosão causada pelo material inflamável da fábrica de produtos de limpeza o resultado não poderia ser diferente. Casas, carros e outros estabelecimentos comerciais destruídos pelo fogo. São nessas horas que pergunto aos que se acham expert no assunto "Urbanismo": Plajamento Urbanos, da cidade não existe mais?? Esse pensamento é um misto de idiotice reproduzida sem pensar com demência. Virou uma mania e modismo desqualificar os estudos e trabalhos realizados por aqueles que entendem de fato a complexidade que existe na cidade. Não tô falando de arquitetos incompetentes que só sabem fazer projetinhos pra casa de madame e muito menos de engenheiros que acreditam que a vida se resume em seus cálculos. Acredito sim em profissionais, arquitetos, engenheiros, URBANISTAS  e geógrafos comprometidos com a vida. Acreditar que não há incompatibilidade entre residências e indústiras é no mínimo uma irresponsabilidade. Afirme pra um morador que perdeu tudo, que teve que sair as pressas pra não morrer que isso é coisa do passado!! Deus perdoe tanta burrice!!



Escrito por urbanista.uneb às 20h48
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Alguém pode me explicar o que isso significa??!!

O que isso significa? Alguém saberia me explicar?!!

 

Alguém pode me explicar o que isso significa?! Alguns anos atrás éramos a 8ª economia do mundo. E o crescimento econômico () nunca chegou para a maioria dos brasileiros. E o que significa ter a 8ª colocação no que se refere a transparência em orçamento público? Quer dizer que é bom?! Que não há irregularidades?! E porque ainda existe uma enxurrada de denúncias no país? Decididamente, isso ainda é um grande segredo pra mim e acredito para a maioria dos brasileiros. Esse tipo de informação não passa de uma estatística sem valor para nós brasileiros.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2009/02/02/ult4904u808.jhtm



Escrito por urbanista.uneb às 17h52
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